Quer entender como o canal indireto está performando hoje e onde estão as maiores oportunidades para a sua categoria?
Baixe o Estudo de Mercado mais rescente da Mtrix e acompanhe, com dados reais, o desempenho do varejo indireto por região, canal e categoria.
Por que empresas que usam dados crescem mais no canal indireto
Crescer no canal indireto nunca foi simples.
Indústrias dependem de distribuidores, lidam com múltiplos perfis de PDVs, diferenças regionais e uma execução que nem sempre reflete o planejamento estratégico.
Ainda assim, alguns players conseguem crescer de forma consistente enquanto outros ficam estagnados ou abaixo do mercado.
A diferença entre esses dois grupos não está apenas em portfólio, preço ou força de vendas.
Ela está, principalmente, na forma como as decisões são tomadas.
Neste artigo, mostramos o que os dados revelam sobre crescimento no canal indireto, por que algumas empresas crescem mais do que outras e o que muda quando decisões passam a ser guiadas por inteligência de mercado.
O canal indireto como motor de crescimento (e por que muitas empresas não conseguem aproveitar)
Sem visibilidade real do varejo, decisões viram apostas.
O canal indireto concentra grande parte das vendas no pequeno e médio varejo.
É nele que estão milhões de PDVs com perfis, potenciais e comportamentos muito diferentes entre si.
O problema é que, na prática, muitas indústrias ainda operam com baixa visibilidade real desse canal.
Isso gera:
- planejamento baseado em médias;
- metas definidas por histórico, não por potencial;
- sortimento padronizado para realidades distintas;
- decisões excessivamente dependentes da percepção do distribuidor.
O resultado é previsível: crescimento limitado, mesmo em mercados que seguem aquecidos.
O que os dados mostram: quem usa inteligência cresce mais no canal indireto
Dados não criam crescimento sozinhos — mas mostram exatamente onde ele acontece.
Quando analisamos o desempenho de empresas que utilizam inteligência de mercado de forma estruturada e comparamos com a média do mercado, a diferença aparece de forma consistente.
Os dados mostram que:
- no canal indireto, empresas que usam dados crescem 3,8%,
- enquanto a média do mercado cresce 1,9% praticamente metade do ritmo.
Essa diferença também se reflete no desempenho total dos canais:
- empresas orientadas por dados crescem 4,1%,
- contra 3,1% das demais.
Mais do que um número, isso revela algo importante:
crescer mais não é sorte — é consequência de maturidade comercial.
Por que existe essa diferença? A raiz do problema
A distância entre quem cresce mais e quem cresce menos está na qualidade da decisão.
A principal diferença entre empresas de alta e baixa performance está na forma como decisões são construídas.
Empresas sem dados tomam decisões no escuro
Sem uma visão estruturada do varejo indireto, decisões costumam se apoiar em:
- relatórios incompletos;
- amostras limitadas;
- percepções regionais;
- histórico que já não representa a realidade atual.
O distribuidor vê uma parte; a indústria precisa ver o todo
Distribuidores enxergam seu próprio universo.
A indústria, por outro lado, precisa enxergar o mercado como um sistema, comparando:
- regiões;
- canais;
- clusters de PDVs;
- categorias;
- potencial versus execução real.
PDVs mal segmentados geram metas e sortimento incoerentes
Quando lojas com perfis diferentes são tratadas como iguais, surgem problemas como:
- excesso de estoque em alguns pontos;
- ruptura em outros;
- metas descoladas da realidade;
- baixa produtividade comercial.
Oportunidades invisíveis permanecem inexploradas
Sem dados, áreas brancas, clusters subatendidos e regiões com alto potencial simplesmente não entram no radar.
👉 Veja no Estudo de Mercado da Mtrix como o varejo indireto se comporta por região e categoria.
O que empresas que crescem mais fazem diferente na prática
Essas práticas não são exclusivas de grandes players elas são resultado de método.
Empresas que crescem acima do mercado adotam práticas muito claras e consistentes.
Segmentam PDVs de forma real — não por percepção
Elas classificam lojas considerando:
- porte;
- perfil de compra;
- comportamento;
- potencial de crescimento.
Tomam decisões baseadas no comportamento do varejo
Não decidem apenas pelo sell-in. Observam indicadores como:
- giro;
- recência;
- frequência;
- fidelidade.
Ajustam sortimento por canal, região e perfil
Cada tipo de PDV recebe o mix mais adequado à sua realidade.
Direcionam rotas e metas com dados — não com histórico
O esforço comercial passa a ser alocado onde o retorno é maior, e não onde “sempre se vendeu”.
👉 Baixe o whitepaper Áreas Não Exploradas e veja como identificar PDVs de alto potencial.
Como usar dados hoje para acelerar crescimento no canal indireto
Na prática, empresas que crescem mais seguem um caminho claro.
A mudança não acontece de um dia para o outro, mas segue uma lógica estruturada:
- Diagnóstico real do mercado
- Segmentação de PDVs + priorização
- Revisão de RTM
- Execução orientada por indicadores
- Acompanhamento contínuo da performance
Conclusão: crescer mais no canal indireto não é sorte — é método
Empresas que crescem mais no canal indireto não são apenas mais agressivas.
Elas são mais inteligentes na forma de decidir.
A diferença entre “achar” e “saber” é exatamente onde o crescimento acontece